quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A historia historia do Beleleu !
Uma vez dando aula para um segundo ano do Ensino Médio, toda animada, explicando como construir um mapa conceitual, repetindo a informação observando se todos entenderam, um aluno atravessa a sala em diagonal e vai até a porta falar com outro aluno que apareceu na porta semi-aberta.
Este meu aluno tranquilamente convidou o outro para entrar e ficou ali próximos a porta no lado interno conversando, até aí tudo bem. Só que eu estava explicando, olhei todo aquele movimento. E não me fiz de rogada soltei minhas pérolas. “O meu você é Beleleu da cabeça ? não esta vendo que estou explicando? O aluno olhou soltou um sorriso e disse: Já estou indo professora”.
Eu repeti. Você é beleleu?
Beleleu na verdade era uma expressão que eu usei porque e não podia xingar por estar na escola, então, inventei o Beleleu. A sala toda ria, começaram a chamá-lo de Beleleu, toda aula depois desta os alunos vinham e contavam a história do Beleleu. E diziam tem mais Beleleu na classe... professora.
Moral da história
Quando senti interrompida falei e não havia na essência da fala nenhum rancor ou ressentimento nem do passado nem do futuro somente uma necessidade de chamar atenção pelo incômodo causado na minha aula.
Isso não o incomodou. Não se sentiu ferido ou excluído. Conseguiu levar no humor, aliás, a sala inteira gostou. O Beleleu começou fazer parte do vocabulário da sala. A educação é assim cheia de surpresas hoje estou com saudades do Beleleu.
Extraído do livro Dimensão da Comunicação vol 1
Huliel
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Educando crianças Indigo e Cristais: Educando com o coração
http://www.starchild.co.za/portuguese/parentingpor.html
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Evolução
sábado, 21 de agosto de 2010
Sala Especial
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Minhas histórias pela educação.
Quando trabalhava como professora coordenadora pedagógica (PCP) em SP, havia nesta escola uma sala de alunos especiais, ou seja, alunos que têm laudos médicos por apresentarem alguma falha em seu sistema “operacional” com uma variadas de síndromes.
Esta sala chamada sala Especial ou de deficientes tinha uns 15 alunos no máximo, conforme o que regia a lei.
Estes alunos eram de idade variada entre
Minha sala era próxima permitindo assim ouvir a aula.
Numa tarde mais silenciosa pude prestar atenção mesmo estando do lado de fora.
A professora repetia a letra E, mostrava na lousa, fazia-os repetir, dava comandos para pintarem o desenho que tinha-lhes dado. Depois de certo tempo pude observá-la dando maiores informações individuais.
Dia seguinte: novamente estava com a escola em silêncio e mais uma vez pude escutar a professora dando aula, e mais uma vez a letra E, e mais uma vez a repetição, os comandos, a lousa, e o acompanhamento.
Não aguentei. Entrei para conferir.
Chegando na sala deparei com uma cena engraçada que conto no final deste texto.
Questionei a professora do porque repetir tudo, sendo que era apenas uma única letra e tinha alunos mais velhos cronologicamente e também não era uma sala de série inicial.
Foi quando me explicou que muitos não gravam nada, hoje eles aprendem algo amanhã não se lembram.
Perguntei: E como faz?
Ela disse: Repito muitas vezes e vou avançando conforme a mente pode “segurar” a informação.
Para alguns escrever o próprio nome "sozinhos"já é um êxito.
Nossa! Exclamei.
Eu : jamais teria essa paciência, minha ansiedade e intensidade não permitiriam.
Ao me lembrar desta história, pensei no Mestre Jesus.
Devemos ser especiais para ele. Pois, esta tentando nos ensinar a séculos com todo tipo de repetição, desenho, religião, e se conseguirmos lembrar o simples “quem somos” já é um êxito.
Cena que me fez rir muito neste dia.
A professora deu um desenho do elefante ( Dumbo) para através do desenho identificar letra E.Todos pintavam o Dumbo ao mesmo tempo em que repetia a letra E., na linha pontilhada.
Um lindo garoto se levanta e diz: Terminei professora!Vamos até ele para ver seu desenho que por sinal muito caprichado.
Muitos elogios a seu capricho e carinho para todo lado.
O menino diz: Adorei pintar este Burro.
Eu: Burro! Isto é um elefante o Dumbo.
Ele diz: Não! É um Burro.
Para ele aquele desenho era um Burro, simples Burro.
Olhei para professora com sua natural paciência, ri muito, apenas achei engraçado tudo.
Creio que no dia seguinte iria repetir novamente .
Assim é
Cada um vê o que quer ver.
Ivone
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Informação ativa

Informação ativa é informação útil, ou seja, utilizável na vida da pessoa como quando se lê uma receita e imediatamente sente vontade de fazer aquela comida. Logicamente que nem tudo é comida e nem toda informação deve ativar nosso estômago, ver fotos e imaginar também nos remete a este modelo de informação.
A imaginação é o alimento da alma e é semente da informação ativa.
Nossos sábios escritores de histórias sabem muito bem utilizar de forma ativa toda informação contida em seus livros.
Mesmo sendo professora de Biologia que naturalmente é uma disciplina interessante, encontro textos sem significado algum, onde o leitor nem sequer é desafiado a usar sua imaginação.
Apenas deve saber, sem saber por que ou para que.
Se tirássemos da escola toda informação não ativa, ficaríamos com 10%, ou seja, aquela que desperta interesse.
Matemática é a área mais afetada. Até hoje se ensina fórmulas e fórmulas que não se utilizam para nada, além dos muros da escola.
Saber por saber e nada, além disso.
De que vale saber algo que não se utiliza?
É como ter uma agenda de telefone cheia números que perderam a validade.
Na informação ativa lemos sem ter uma pessoa nos obrigando, ou cobrando algo.
É um prazeroso passeio na arte de imaginar, criar, construir, sentir e pensar.
Passando pelo “quesito” respeito ao leitor onde os textos são claros, diretos e dinâmicos e tem como principal objetivo estimular.
Quando um texto necessita que alguém o explique nitidamente a algo errado com o texto, e não com quem o lê.
Veja, se alguém tem insegurança com sua interpretação, ou insegurança com sua lógica, mais lógica ou mais interpretação só faz aumentar ainda mais a insegurança e não saná-la.
Faz-se necessária esta revisão maciça dos textos usados na escola.
Estimular uma criança em uma área de raciocínio onde anteriormente apresentou insegurança é um trabalho delicado, corremos muito mais riscos em intensificar a insegurança do que aumentar a segurança.
É na certeza interna que faz cada um caminhar seguro em si mesmo.
Enquanto caminhamos aumentando as tarefas para “minimizar” nada estaremos fazendo. Por isso nosso fracasso é constante.
Toda criança deve ser estimulada em sua segurança sua forma de ver e sentir o mundo, todos os textos e movimentos escolares devem caminhar neste único objetivo a segurança interna.
A partir daí teremos escolas reais para um mundo real, onde sonhos não são apenas sonhos e sim maneiras de objetivar o futuro.
Extraído da série " Dimensão da Comunicação" vol.2
Huliel
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
देउस amor

Nossa única função, única tarefa e sair das malhas da terceira dimensão.
Fazemos isso levando a consciência ao nível da quarta e assim por diante.
Não podemos sair da terceira, estamos presos, por quê?
Resposta: Temos crenças, que tornam a realidade limitante.
Se nossos desejos são: mais amor, saúde e abundância.
Tudo isto é possível, pois aqui estamos e na terceira dimensão é onde há a materialização.
Não há necessidade de levar a consciência até a quarta basta fazer o que sempre fizemos e muitos ainda o fazem.
Sair da terceira dimensão significa subir o nível de consciência, onde a materialidade não é o principal ou mais importante, pois estas são verdades que já automaticamente estarão em nossas vidas.
O amor é a substancia criadora de todos Universos e o elemento único.
E somos nós que o co-criamos através de nós de como fazemos com nosso Deus amor interno.
Então, nosso único singular desejo é a força para executar o amor.
Para encontrá-lo dentro de nós.
Se nossos desejos ainda caminham para realizações externas, estamos presos na mecânica da hipnose que nos diz que assim que tudo funciona.
Veja, levantar o nível da terceira dimensão é exatamente isso, libertar-se desta mecânica hipnótica do desejo externo.
Pois toda busca, toda compreensão se encontra no interno.
Na terceira caminhamos para fora de nós, no mundo material.
Na quarta e assim por diante caminhamos para o mundo da vibração e da energia, que sucede antes da matéria.
Fiz muitos pedidos acreditando estar agora sendo uma espécie de “merecedora” por bom comportamento, custou-me a entender que nada se encontra aqui, pois aqui é a finalização ou materialização.
Ela se dará automaticamente na medida em que caminho para dentro de mim nos mundos das energias.
Na minha plenitude nada é necessário, pois tudo já existe.
Texto do livro em construção da serie Dimensão da Comunicação vol. 3
Huliel
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Os Saberes
E assim se dão as conversas culturais, uma espécie de competição silenciosa.
Seja na política, na educação ou qualquer outro ramo.
A conversa é uma troca que automaticamente soma e expande consciência, os elementos participantes saem elucidados em informação.
Quando a conversa seja ela qual for, em qual situação for não expande consciência algo errado aconteceu.
Alguém “perdeu” e alguém “ganhou”, não houve troca, não houve expansão.
E no pior houve um acumulo de energia nociva a ambos que participaram neste modelo de comunicação.
A energia nociva, ou energia negativa, faz com essa conversa fique circulando em níveis de justificativas e julgamentos mentais e isto contribuem para um aumento da violência e da maldade humana.
Estar em estado de observação e aceitação aumenta o grau da consciência que na conversa é o primeiro passo para expandir.
Expandir consciência é ir além de si mesmo abrindo novas conexões neurais tornando-se Mestre, não no sentido humano, de alguém acima de alguém, no sentido espiritual divino. Permitindo que nossa mente divina atue sobre a mente humana, pois essa não vê nada além de si mesma.
A teimosia, a ganância e todos estes mecanismos formadores da sociedade atual ainda se encontram fechados em saberes sobrepondo outros saberes, formando ciclos fechados em si, onde a consciência limita-se.
Expandir é ir à busca aberta livre.
Ao encontro da luz.

Extraído do livro da série "Dimensão da Comunicação " 3
Huliel
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
O Mestre

Sempre que nos identificamos com algum Mestre seja ela espiritual ou não.
A primeira coisa que nos chama atenção é a vida do Mestre, como ele viveu suas experiências, em um segundo momento, o que ele acredita, e posteriormente quem foram seus mestres, quem os inspirou.
Veja a vida do Mestre, suas experiências é o mais importante para o aprendiz.
A transmutação de conceitos do Mestre são verdadeiramente a motivação e inspiração do aprendiz.
Porem vale ressaltar que o pupilo deve ser melhor que o mestre, pois se não for é sinal que o mestre não é bom.
Numa analogia com a escola. Como nós na escola que nos sentimos imensamente fracassados em nossas escolhas, em nossa profissão, em nossa alma como pessoa, podemos ser fonte de inspiração a alguém.
Naturalmente aquela criança que chega a escola e a professora não expõe a si mesma, preservando um falso moralismo de ideias que nem ela acredita em alma, vai acreditar.
Como uma criança ou adolescente seja ele de que idade for, pode entender aquilo que no outro que esta a sua frente não foi devidamente compreendido nem configurado em sua vida.
Estamos sempre ensinando aquilo que não vivemos. É como ensinar a nadar sem saber nadar ou ter no mínimo uma piscina.
Nossas disciplinas, matemática, geografia, e etc. São escolham que fizemos baseado em identidade de alma.
Que fizemos com a inspiração que nos levou a escolha?
Esta inspiração foi perdida em nossa vida, e o sentido alterado pela mecânica cruel da disciplina.
Robôs cuidam de robôs e só podem ensinar robôs.
Gente cuida de si e depois de cuidar muito bem de si cuida de todos outros a partir de si, todo respeito que se dá a si mesmo é o mesmo que distribui ao outro.
Mestre é aquele que transmutou suas experiências com suas escolhas a luz do amor.
A luz das verdades universais.
Do contrário somos todos falsos profetas.
Extraído da série "Dimensão da Comunicação" 3
Huliel